" Um professor influi para a eternidade; nunca se pode dizer até onde vai sua influência."
(Henry Adams)

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Sla de aula: Ambiente alfabetizador

As paredes da sala de aula deve ser pintada com tinta adequada para o procedimento de colar (com fita, cola e etc.) ou pendurar as produções textuais da vida escolar cotidiana, escritas e produzidas pelos alunos.
Algumas sugestões de textos funcionais da rotina escolar:
*Calendário.
*Jornal-mural com notícias, jogos, eventos, cartas recebidas...
*Lista com os nomes das crianças.
*Quadro de ajudantes.
*Quadro de aniversáriantes do mês.
*Regras de boa conduta elaboradas pela turma.
*Textos ou objetos que permitam a localização temporal: relógio e observações meteorológicas.

domingo, 10 de outubro de 2010

Níveis de escrita

Nível pré-silábico – A criança começa diferenciar letras de números, desenhos ou símbolos e reconhece o papel das letras na escrita. Não tem consciência de que a ordem das letras é importante e nem a correspondência entre o pensamento e a palavra escrita. Geralmente tem idéia de que a leitura e a escrita só são possíveis com muitas letras, geralmente mais de três ou quatro.
Nível silábico – A criança descobre que pode escrever com lógica, que o sistema da escrita é uma representação da fala, conta os “pedaços sonoros”, isto é, as sílabas, e coloca uma letra para cada pedaço, com ou sem valor sonoro convencional.
Há aceitação de palavras com uma ou duas letras, mas ainda com um certa hesitação. Algumas vezes, depois de escrever a palavra, coloca mais letras só para ficar “mais bonito” ou mais coerente com aquilo que pensa sobre a escrita. Para escrever frases, geralmente usa uma letra para cada palavra.  
Nível silábico-alfabético – É um momento conflitante, pois a criança precisa negar a lógica do nível silábico, pois muitas vezes ninguém consegue ler o que ela escreve. É o momento que o valor sonoro torna-se imperioso. A criança está a um passo da escrita alfabética.  
Nível alfabético – A criança reconstrói o sistema lingüístico e compreende a sua organização. Lê e expressa graficamente o que pensa ou fala. Nesse momento, a criança escreve foneticamente, ou seja, faz a relação entre o som e letra, mas não necessariamente de modo ortográfico. Geralmente consegue distinguir letra, sílaba, palavra e frase, mas ainda não divide a frase convencionalmente, gramaticalmente. Nessa fase costuma começar a interessar-se pela letra cursiva.

FERREIRO, Emília. Com todas as letras, 6. ed. São Paulo, Cortez, 1997, p. 25.

sábado, 9 de outubro de 2010

Objetivos na educação infantil

# As crianças devem adquirir condições para relatar suas necessidades e desejos e se relacionar com os demais membros da sociedade.
# Com o jogo simbólico, a criança aprende a agir, ao mesmo tempo em que, desenvolve sua autonomia.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Na pré-escola...

#Sentir-se segura e acolhida no ambiente escolar, utilizando este novo espaço para ampliar suas relações sociais e afetivas, estabelecendo vínculos com as crianças e adultos ali presentes, a fim de construir uma imagem positiva sobre si mesma e sobre os outros, respeitando a diversidade e valorizando sua riqueza.
#Tornar-se, cada vez mais, capaz de desenvolver as atividades nas quais se engaja de maneira autônoma, e em cooperação com outras pessoas, crianças e adultos. Desta forma, desenvolver a capacidade de começar a coordenar pontos de vista e necessidades diferentes dos seus, socializando-se.
#Interagir com o seu meio ambiente (social, cultural, natural, histórico e geográfico) de maneira independente, alerta e curiosa. Isto é, estabelecendo relações e questionamentos sobre o meio ambiente, os conhecimentos prévios de que dispõe, suas idéias originais e as novas informações que recebe.
#Apropriar-se dos mais diferentes tipos de linguagem construídos pela humanidade (oral, escrita, matemática, corporal, plástica e musical), de acordo com as suas capacidade e necessidades, utilizando-as para expressar o seu pensamento e as suas emoções, a fim de compreender e comunicar-se com as outras crianças e os adultos.

sábado, 3 de julho de 2010

A arte de ser educador.


[...]
Arte está em toda parte
Arte está em toda parte
Está na educação
Pedagogia é uma arte
A arte de conduzir
Abrir novos horizontes
E acreditar no porvir
Professor,
Arte é a reflexão
De sua prática educativa
Arte é ser mediador
Arte é ser pesquisador
É ser facilitador
Arte é tudo que incentiva
Professor,
Na arte de ensinar
A ação que mais fascina
É sua arte de moldar
O que já é obra prima.
Obra prima sem minuta
Exige arte e desvelo
Depende da sua conduta
De estima ou de zelo.
Arte, professor, é...
Ao entrar em sua sala
Perceber cada educando
Cada um com sua fala
Outros até se calando
É como a arte de ler o vento
Que diz como está o tempo
Professor, esse é o momento
Da arte de se ler
Ler seus educandos
Que são artistas esperando
Fazer arte para aprender
Arte está em toda parte
Está na vida!
Vida.
Obra de arte divina
Tudo que se descortina
É a arte de viver bem
Como? Arte? Onde se vê?
Quem é o artista?
O artista desta arte
Encontra-se em toda a parte
Um deles... pode ser você!

( Maria Terezinha Alves Castilho)

sábado, 19 de junho de 2010

Estou lendo e gostando demais!!!

 De forma viva e amorosa Madalena Freire relata sobre sua prática na educação infantil com as crianças da Escola da Vila.
Vale a pena ler!!!




Minhas antigas turminhas!