quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Um bom livro, todo professor de educação infantil deveria ler!
Este livro conta histórias sobre as formas de trabalhar com as crianças em creches e pré-escolas.
As histórias tecem as experiências práticas e os conhecimentos produzidos por um grupo de educadores e pesquisadores da Universidade de São Paulo.
Os temas abordados são: os medos, a alimentação, a higiene, o sono, as mordidas, as brigas, os materiais didáticos e os brinquedos, a chegada de uma criança portadora de deficiência, os afetos e desafetos, a arrumação do espaço, a aprendizagem e seus problemas, os limites, a disciplina.
O livro também apresenta textos sobre as novas leis que regulamentam o trabalho em educação infantil e as formulações mais recentes da ciência sobre o desenvolvimento das crianças.
Nesta obra você vai encontrar muitas histórias sobre os fazeres de crianças de 0 a 6 anos de idade e sobre os fazeres de uma instituição que as atende em parceria com as famílias. Histórias bem informadas, que ajudam pais e profissionais a refletirem sobre o seu próprio fazer com as crianças."
Este livro conta histórias sobre as formas de trabalhar com as crianças em creches e pré-escolas.
As histórias tecem as experiências práticas e os conhecimentos produzidos por um grupo de educadores e pesquisadores da Universidade de São Paulo.
Os temas abordados são: os medos, a alimentação, a higiene, o sono, as mordidas, as brigas, os materiais didáticos e os brinquedos, a chegada de uma criança portadora de deficiência, os afetos e desafetos, a arrumação do espaço, a aprendizagem e seus problemas, os limites, a disciplina.
O livro também apresenta textos sobre as novas leis que regulamentam o trabalho em educação infantil e as formulações mais recentes da ciência sobre o desenvolvimento das crianças.
Nesta obra você vai encontrar muitas histórias sobre os fazeres de crianças de 0 a 6 anos de idade e sobre os fazeres de uma instituição que as atende em parceria com as famílias. Histórias bem informadas, que ajudam pais e profissionais a refletirem sobre o seu próprio fazer com as crianças."
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
ELEIÇÕES: O ELEITOR
: Naire Jane Capistrano
NEI-Cap/UFRN
:
Maria de Fátima Araújo, Josélia Santos e Charlene Soares
Dados da Aula
O que o aluno poderá aprender com esta aula
- Conhecer os pré-requisitos para ser eleitor
- Informar-se sobre os documentos necessários para o eleitor votar
- Confeccionar títulos de eleitor para as crianças na sala
Duração das atividades
- Informar-se sobre os documentos necessários para o eleitor votar
- Confeccionar títulos de eleitor para as crianças na sala
Duração das atividades
Quatro momentos de aproximadamente 50 minutos.
Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
As crianças deverão ter noção do que significa o termo eleitor.
Estratégias e recursos da aula
1° Momento: Com as crianças organizadas na roda, o professor deverá iniciar uma conversa sobre os requisitos para ser eleitor, fazendo questões como: qualquer pessoa pode votar? Que coisas são necessárias? A partir daí, o professor pode trazer informações sobre o Tribunal Regional Eleitoral – TRE- e o título de eleitor.
2° Momento: Com base no diálogo estabelecido, o grupo poderá construir um painel com um texto coletivo, expondo as informações básicas sobre os requisitos de um eleitor.
3° Momento: Em seguida, o professor deverá encaminhar uma conversa sobre a possibilidade de fazer uma eleição na sala de aula e, para isso, cada criança deverá ter o título de eleitor e um documento de identificação com foto. Este poderá ser o RG - Registro Geral - ou a carteira de identidade da escola. Caso as crianças não possuam, sugerimos a confecção juntamente com a do título de eleitor. Este deverá seguir o modelo de um título real. Para a confecção da carteira de identidade, o professor poderá solicitar às crianças que tragam fotos 3X4 ou pedir que façam seu auto retrato no local destinado a foto, no documento.
4° Momento: Para a confecção do título de eleitor, o professor deverá trazer uma cópia do modelo real em tamanho ampliado, fixá-lo na parede e preencher com os dados solicitados. Esta atividade poderá ser feita com as informações do próprio professor. Em seguida, o professor deverá distribuir os títulos das crianças já com os dados preenchidos previamente. Neste momento, fazendo de conta que estão no TRE, cada criança deverá aguardar sua vez para assinar ou colocar sua impressão digital.
Recursos Complementares
2° Momento: Com base no diálogo estabelecido, o grupo poderá construir um painel com um texto coletivo, expondo as informações básicas sobre os requisitos de um eleitor.
3° Momento: Em seguida, o professor deverá encaminhar uma conversa sobre a possibilidade de fazer uma eleição na sala de aula e, para isso, cada criança deverá ter o título de eleitor e um documento de identificação com foto. Este poderá ser o RG - Registro Geral - ou a carteira de identidade da escola. Caso as crianças não possuam, sugerimos a confecção juntamente com a do título de eleitor. Este deverá seguir o modelo de um título real. Para a confecção da carteira de identidade, o professor poderá solicitar às crianças que tragam fotos 3X4 ou pedir que façam seu auto retrato no local destinado a foto, no documento.
4° Momento: Para a confecção do título de eleitor, o professor deverá trazer uma cópia do modelo real em tamanho ampliado, fixá-lo na parede e preencher com os dados solicitados. Esta atividade poderá ser feita com as informações do próprio professor. Em seguida, o professor deverá distribuir os títulos das crianças já com os dados preenchidos previamente. Neste momento, fazendo de conta que estão no TRE, cada criança deverá aguardar sua vez para assinar ou colocar sua impressão digital.
Recursos Complementares
Documentação no TRE.
http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,mais-de-23-mil-fazem-segunda-via-do-titulo-no-fim-de-semana-em-sp,612283,0.htm
Avaliação
http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,mais-de-23-mil-fazem-segunda-via-do-titulo-no-fim-de-semana-em-sp,612283,0.htm
Avaliação
Esta aula deverá possibilitar ao professor avaliar se as crianças conhecem os pré-requisitos de um eleitor. Nesse contexto, o professor deverá avaliar se, além de sua função social, as crianças reconhecem os conteúdos de um título de eleitor.
Disponível também no: http://portaldoprofessor.mec.gov.br
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Sla de aula: Ambiente alfabetizador
As paredes da sala de aula deve ser pintada com tinta adequada para o procedimento de colar (com fita, cola e etc.) ou pendurar as produções textuais da vida escolar cotidiana, escritas e produzidas pelos alunos.
Algumas sugestões de textos funcionais da rotina escolar:
*Calendário.
*Jornal-mural com notícias, jogos, eventos, cartas recebidas...
*Lista com os nomes das crianças.
*Quadro de ajudantes.
*Quadro de aniversáriantes do mês.
*Regras de boa conduta elaboradas pela turma.
*Textos ou objetos que permitam a localização temporal: relógio e observações meteorológicas.
Algumas sugestões de textos funcionais da rotina escolar:
*Calendário.
*Jornal-mural com notícias, jogos, eventos, cartas recebidas...
*Lista com os nomes das crianças.
*Quadro de ajudantes.
*Quadro de aniversáriantes do mês.
*Regras de boa conduta elaboradas pela turma.
*Textos ou objetos que permitam a localização temporal: relógio e observações meteorológicas.
domingo, 10 de outubro de 2010
Níveis de escrita
Nível pré-silábico – A criança começa diferenciar letras de números, desenhos ou símbolos e reconhece o papel das letras na escrita. Não tem consciência de que a ordem das letras é importante e nem a correspondência entre o pensamento e a palavra escrita. Geralmente tem idéia de que a leitura e a escrita só são possíveis com muitas letras, geralmente mais de três ou quatro.
Nível silábico – A criança descobre que pode escrever com lógica, que o sistema da escrita é uma representação da fala, conta os “pedaços sonoros”, isto é, as sílabas, e coloca uma letra para cada pedaço, com ou sem valor sonoro convencional.
Há aceitação de palavras com uma ou duas letras, mas ainda com um certa hesitação. Algumas vezes, depois de escrever a palavra, coloca mais letras só para ficar “mais bonito” ou mais coerente com aquilo que pensa sobre a escrita. Para escrever frases, geralmente usa uma letra para cada palavra.
Nível silábico-alfabético – É um momento conflitante, pois a criança precisa negar a lógica do nível silábico, pois muitas vezes ninguém consegue ler o que ela escreve. É o momento que o valor sonoro torna-se imperioso. A criança está a um passo da escrita alfabética.
Nível alfabético – A criança reconstrói o sistema lingüístico e compreende a sua organização. Lê e expressa graficamente o que pensa ou fala. Nesse momento, a criança escreve foneticamente, ou seja, faz a relação entre o som e letra, mas não necessariamente de modo ortográfico. Geralmente consegue distinguir letra, sílaba, palavra e frase, mas ainda não divide a frase convencionalmente, gramaticalmente. Nessa fase costuma começar a interessar-se pela letra cursiva.
FERREIRO, Emília. Com todas as letras, 6. ed. São Paulo, Cortez, 1997, p. 25.
sábado, 9 de outubro de 2010
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Na pré-escola...
#Sentir-se segura e acolhida no ambiente escolar, utilizando este novo espaço para ampliar suas relações sociais e afetivas, estabelecendo vínculos com as crianças e adultos ali presentes, a fim de construir uma imagem positiva sobre si mesma e sobre os outros, respeitando a diversidade e valorizando sua riqueza.
#Tornar-se, cada vez mais, capaz de desenvolver as atividades nas quais se engaja de maneira autônoma, e em cooperação com outras pessoas, crianças e adultos. Desta forma, desenvolver a capacidade de começar a coordenar pontos de vista e necessidades diferentes dos seus, socializando-se.
#Interagir com o seu meio ambiente (social, cultural, natural, histórico e geográfico) de maneira independente, alerta e curiosa. Isto é, estabelecendo relações e questionamentos sobre o meio ambiente, os conhecimentos prévios de que dispõe, suas idéias originais e as novas informações que recebe.
#Apropriar-se dos mais diferentes tipos de linguagem construídos pela humanidade (oral, escrita, matemática, corporal, plástica e musical), de acordo com as suas capacidade e necessidades, utilizando-as para expressar o seu pensamento e as suas emoções, a fim de compreender e comunicar-se com as outras crianças e os adultos.
#Interagir com o seu meio ambiente (social, cultural, natural, histórico e geográfico) de maneira independente, alerta e curiosa. Isto é, estabelecendo relações e questionamentos sobre o meio ambiente, os conhecimentos prévios de que dispõe, suas idéias originais e as novas informações que recebe.
#Apropriar-se dos mais diferentes tipos de linguagem construídos pela humanidade (oral, escrita, matemática, corporal, plástica e musical), de acordo com as suas capacidade e necessidades, utilizando-as para expressar o seu pensamento e as suas emoções, a fim de compreender e comunicar-se com as outras crianças e os adultos.
Assinar:
Postagens (Atom)








